Georges Méliès




Marie-Georges-Jean-Méliès (8 de dezembro de 1861 — 21 de janeiro de 1938) foi um ilusionista francês de sucesso e um dos precursores do cinema. Introduziu em seus filmes inventivos efeitos fotográficos que aliados a sua experiência como ilusionista criava mundos fantásticos. 

Buster Keaton




Buster Keaton nasceu em 4 de Outubro de 1895. Chamava-se Joseph Frank Keaton Jr. e foi criado no meio artístico do vaudeville – diversão popular da época que misturava teatro, música, circo e “freak show”. Seu pai, Joe Keaton, era dono de uma mostra itinerante e amigo do grande ilusionista Harry Houdini. Reza a lenda – repetida pelo próprio artista - que foi Houdini quem lhe deu o apelido de Buster referindo-se a uma grande queda que teve com pouco mais de um ano de idade. Depois disso, o pai de Keaton, passou a usar o apelido para se referir ao jovem.

Começou a carreira ainda criança, com pouco mais de três anos, contracenando com seus pais. O humor em seus filmes trouxe muito de sua origem artística. Nota-se claramente a influência do circo, mas Keaton de certa forma deu um passo adiante ao criar um personagem que nunca se altera diante do que possa ocorrer na cena mantendo as mesmas feições aconteça o que acontecer.

Nosferatu, eine Symphonie des Grauens - F.W. Murnau - 1922







Nosferatu, eine Symphonie des Grauens, dirigido por Friedrich Wilhelm Murnau é um dos maiores filmes de todos os tempos. Um clássico do primeiro cinema produzido entre agosto e outubro de 1921. Baseava-se no livro Drácula de Bram Stoker de 1897. Filme incluído por Steven Jay Schneider no livro "1001 Filmes que você deve ver antes de morrer".

Antes das filmagens Murnau não conseguiu autorização dos herdeiros do escritor para utilizar a obra, por isso todos nomes - personagens e lugares - e o final foram modificados em uma tentativa de evitar punições judiciais. Dracula virou Conde Orlok; Jonathan Harker se tornou Hutter; Van Helsing chama-se Bulwer; e o Conde persegue suas presas pelas ruas de Bremen em vez de Londres. A manobra mostrou-se inútil pois Murnau perdeu um processo de violação de direitos autorais e em julho de 1925 a justiça alemã mandou destruir todas as cópias de Nosferatu. Mas algumas cópias só foram trazidas a público após a morte da morte da mulher de Stoker. O filme seria posteriormente restaurado com uso das cópias que restaram. Uma única era completa e original de propriedade do ator Max Schreck, que interpretou o Conde Orloff. Isso possibilitou que a obra chegasse até nós, com exceção de uma cena onde Ruth Landshoff, que interpretou a irmã de Hutter, fugia do Nosferatu em uma praia. Contudo, não há confirmação de que tal cena realmente tenha existido no original.

Modern Times - Tempos Modernos - Charles Chaplin - 1936



Em Modern Times Chaplin apresenta magistralmente seu personagem mais querido. O eterno e romântico vagabundo que até hoje mora na lembrança do público e que muitos reconhecem apesar de nunca terem visto um só filme do Mestre. Mais que um personagem. Um ícone que com seu chapéu gasto, bigodinho, terno remendado, bengala e gingado sempre - ou quase sempre - é identificado.

Foi o primeiro filme onde Chaplin utilizou som. A utilização foi bastante limitada e criativa, com trechos de diálogo e efeitos sonoros. Cada personagem com diálogo é sutilmente ridicularizado. Até o vagabundo solta sua voz, e na única vez que ele fez isso, as palavras não tem sentido. Soa como um desafio ao então crescente consenso de que som era peça obrigatória para qualidade do cinema.


Freaks - Monstros - Tod Browning - 1932



Cleopatra é uma bela trapezista que seduz Hans - um anão que trabalha no mesmo circo. Mas o verdadeiro interesse de Cleopatra é o dinheiro que Hans vai receber. A mulher está tendo um caso com outro artista do circo, o musculoso Hércules. A noiva de Hans, uma simpática anã, tenta convencê-lo de que ele está sendo usado, mas não tem sucesso. Os outros artistas do circo descobrem o que está acontecendo e resolvem ajudar o pobre Hans.

Com essa história simples o filme seria somente mais um filme mas Tod Browning assumiu a direção. O que seria só mais um filme vira um cult que antes mesmo do lançamento já gerava polêmica e acabou sendo, por décadas, perseguido e proibido. Para quem não se lembra Tod Browning dirigiu Bela Lugosi em Dracula de 1931. Essa versão de Dracula foi a responsável pela fixação da imagem do vampiro no imaginário de quem gosta de filmes de terror.


Ano novo. Blog novo.

Exatamente como no título. Ano novo, blog novo. Resolvi iniciar 2013 criando mais um espaço para falar de cinema. Certamente acabarei falando de outras coisas pois blog é isso. Agradeço aos que passarem por aqui e as portas estão abertas para todos.
 
Vida longa e próspera.

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Baseado no trabalho em http://cinearteum.blogspot.com.

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